sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Dílmon de Roussef



A partícula mais elementar da inteligência humana


Bóson de Higgs é uma partícula elementar prevista pelo Modelo Padrão das Partículas, que, acredita-se, tenham surgido logo após o Big Bang. A sua existência foi comprovada por cálculos matemáticos em 1964 pelo físico britânico Peter Higgs e uma partícula com propriedades compatíveis foi identificada nas pesquisas realizadas pelo CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), com o auxílio do Colisor de Hádrons. O bóson de Higgs é a última das 61 partículas elementares que faltava ser encontrada para explicar a criação da matéria e do universo. Bóson é a designação da partícula em si – derivada do nome de outro físico, o indiano Satyendra Bose, conterrâneo e amigo pessoal Einsten. Existe uma convenção universal do sufixo grego ser acrescentado ao nome das partículas já identificadas – como hádron, férmion, glúon, múon e elétron.

Em linguagem não científica, o bóson é conhecido como a partícula de Deus (do original God particle) devido ao fato de permitir que as demais possuam diferentes massas. Em 2013 o CERN confirmou evidências da existência desta partícula, que corresponde à menor massa possível no universo.

Neste contexto, o Brasil não pode perder a chance de reivindicar o registro, pela comunidade científica internacional, do dílmon de Rousseff — a partícula elementar da inteligência humana, o ponto mais próximo do primitivismo absoluto das ideias. A exemplo do bóson de Higgs, o dílmon de Rousseff também pode ser chamado de “partícula de Deus” – ou, pelo menos, “partícula de quem se acha Deus” – cuja criação é atribuída ao cientista Luiz Inácio, analfabeto funcional e doutor honoris causa de inúmeras universidades internacionais.

Se a comunidade científica internacional demandar provas incontestáveis, uma boa fonte é uma consulta ao portal Blog do Planalto, que registra evidências irrefutáveis e impressionantes da existência do dílmon de Rousseff.

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