A partícula mais elementar da
inteligência humana
Bóson de Higgs é uma partícula elementar prevista pelo Modelo
Padrão das Partículas, que, acredita-se, tenham surgido logo após o Big Bang. A
sua existência foi comprovada por cálculos matemáticos em 1964 pelo físico britânico Peter Higgs e uma partícula com
propriedades compatíveis foi identificada nas pesquisas realizadas pelo CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), com o auxílio do Colisor de Hádrons.
O bóson de Higgs é a última das 61 partículas elementares que faltava ser
encontrada para explicar a criação da matéria e do universo. Bóson é a
designação da partícula em si – derivada do nome de outro físico, o indiano
Satyendra Bose, conterrâneo e amigo pessoal Einsten. Existe uma convenção
universal do sufixo grego ser acrescentado ao nome das partículas já
identificadas – como hádron, férmion, glúon, múon e elétron.
Em linguagem não científica, o bóson é conhecido como a
partícula de Deus (do original God
particle) devido ao fato de permitir que as demais possuam diferentes
massas. Em 2013 o CERN confirmou evidências da existência desta partícula, que
corresponde à menor massa possível no universo.
Neste contexto, o Brasil não pode perder a chance de reivindicar
o registro, pela comunidade científica internacional, do dílmon de Rousseff — a partícula elementar da inteligência humana,
o ponto mais próximo do primitivismo absoluto das ideias. A exemplo do bóson de
Higgs, o dílmon de Rousseff também pode ser chamado de “partícula de Deus” –
ou, pelo menos, “partícula de quem se acha Deus” – cuja criação é atribuída ao
cientista Luiz Inácio, analfabeto funcional e doutor honoris causa de inúmeras
universidades internacionais.
Se a comunidade científica internacional demandar provas
incontestáveis, uma boa fonte é uma consulta ao portal Blog do Planalto, que
registra evidências irrefutáveis e impressionantes da existência do dílmon de
Rousseff.

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